TERMOS DE USO
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Conteúdos da AV1
01 – Pena e Política Criminal – A Experiência Brasileira
Conteúdos da AV2
03 – Trabalho de Execução Penal para AV2(DOC) ou 03 – Trabalho de Execução Penal para AV2(PDF)
06 – Informes Gerais de Execução Penal para AV2 + Conteúdos da AV2
Lembre-se!
Conteúdos da AV1
02 – Cronograma – Direito Civil IV – Reais
03 – Plano de Aula 01. Reais. 2011.2.
04 – Plano de Aula 02. 2ª Parte. Modos de Aquisição e Classificação da Posse.
05 – Plano de Aula 02. Reais. Posse.
06 – Plano de Aula 03. Efeitos da Posse.
07 – Plano de Aula 04. Aquisição e Perda da Posse.
09.A. Trabalho 1ª Unidade Direitos Reais. 2011.2.
09.B. Exercícios de Fixação. Posse. 2011.2. Com gabarito.
Conteúdos da AV2
010 – Plano de Aula 05. Propriedade. 2ª Parte. Modos de Aquisição.
011 – Plano de Aula 06. Reais. Usucapição.
012 – Plano de Aula 06. 2ª Parte. Reais. Propriedade.
015 – Plano de Aula Módulo VII. Reais. 2011.2 Direitos de Vizinhança
016 – Trabalho Unidade II. Direitos Reais. 2011.2
Conteúdos da AV1:
Conteúdos da AV2:
08 – Aula dia 02-03-11 Elementos do Contrato
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AV3: Apostila 7 a 13 – Prova: 17 de Junho
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Conteúdos da AV1
01 – Plano de Aula – Direito do Trabalho I
02 – Plano de Aula – Direito do Trabalho II
INFOGRÁFICOS:
1. Fontes do Direito do Trabalho
2. Fontes Heterônimas e Artigo 8° do Direito do Trabalho
3 – Flexibilização das Normas Trabalhistas – Infográfico 1
4 – Flexibilização das Normas Trabalhistas – Infográfico 2
5 – Súmula 331, TST – Terceirização
6 – Artigo 44, CLT – Autonomia da Vontade
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Parte 1
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Parte 2 – Empregado Rural
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Parte 3 – Empregado Doméstico
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Parte 4 – Menor
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Parte 5 – Aprendiz
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Parte 6 – Não configura vínculo empregatício
7 – Sujeitos da Relação de Emprego – Empregador
Conteúdos da AV1
01 – Aula 1 – Constitucional III
03 – Aula 11-03-11 Processo Legislativo
05 – Aula 01-04-11 Constitucional
Conteúdos da AV2
Material de Apoio:
Conteúdos da AV1:
As apostilas dessa disciplina só posso enviar por email e só tenho até a 5.
Conteúdos da AV2:
02 – Nota Promissória – 20-05-11
Conteúdos da AV1
Trabalho AV1:
Dos Crimes contra a fé pública (Art. 289 ao 311, CP) – Apanhado do que esses crimes representam em nossa vida.
Obs: Este trabalho pode ser feito individual ou em grupo de até quatro pessoas.
Trabalho AV2: Será feito em sala de aula – Casos Práticos.
Conteúdos da AV2:
Conteúdos da AV1:
02 – Aula 1 – D. Processual Civil I
04 – Aula 03 – 28-02-11 Sujeitos do Processo
05 – Aula 04 – 10-03-11 Litisconsórcio
06 – LISTA DE EXERCICIOS I 2011-1
07 – Aula 05 – Intervenção de Terceiro
08 – Aula 06 – Recurso de Terceiro Prejudicado
09 – Aula 07 – Aula 28-03-11 Competência
Conteúdos da AV2:
04 – Lista de exercicios II 2011-1
BIG BOSTA ….ROTHER BRASIL
Há muito tempo não via uma poesia tão bem feita e tão verdadeira. O pior é que, infelizmente, somos a voz que clama no deserto…Parabéns Barreto!
Literatura de cordel! Há quanto tempo eu não lia!
Muito legal. O povo brasileiro é poeta mesmo !
BIG BROTHER BRASIL
Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,residente em Salvador.
Será que não existe mesmo o 13 salário?
COMO É FACIL ENGANAR O POVÃO …. E NÃO SÓ O POVÃO!!!!!
REPASSANDO: O 13º Salário NUNCA Existiu…
Não tinha pensado nesta! Brilhante, de fato!
Os Ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas … há sempre uma razão para as coisas – e os ingleses NÃO FAZEM NADA POR ACASO!!!
Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.
Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias…
Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º salário.Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.
Respondo: Porque o 13º salário não existe.
O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00
Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.
R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00
R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simple contas que aprendeu no Ensino Fundamental:
Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário
Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Salário?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.
A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º salário. O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.
Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
A decisão do juiz federal Vladimir Souza Carvalho, do TRF (Tribunal Regional Federal) da 5ª Região, que considerou inconstitucional a exigência do exame da OAB, beneficia apenas os dois bacharéis de direito que foram autores do mandado de segurança contra a seção da Ordem no Ceará.
Juristas criticam decisão do TRF
Juiz federal considera exame da OAB inconstitucional
Divulgação de nota final da OAB falha
A liminar (determinação provisória) obriga a OAB-CE a fazer a inscrição de Francisco Cleuton Maciel, do MNBD (Movimento Nacional dos Bacharéis de Direito), e de outro bacharel como advogados sem que eles tenham sido aprovados no exame. Cabe recurso.
Na decisão, o juiz federal diz que a advocacia é a “única profissão no país”, em que o bacharel, “para exercê-la, necessita se submeter a um exame, circunstância que, já de cara, bate no princípio da isonomia”.
Segundo ele, a Constituição prevê o livre exercício “de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer” –e não o que determinar a OAB.
Ontem, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou que a liminar estava “na contramão da história e da qualidade do ensino jurídico” e que entraria com recurso. Juristas ouvidos pelaFolha também criticaram a decisão
FONTE: FOLHA.COM

Mês passado, saiu uma notícia informando que os jovens sul-americanos são mais escolarizados e menos religiosos que seus pais (no Brasil, 14% dos jovens declaram não ter religião, contra 7% dos adultos), mas mantiveram as mesmas posições sobre temas morais e éticos polêmicos, segundo aponta um estudo feito em seis países da região. A pesquisa foi coordenada pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicos (Ibase).
O sociólogo Phil Zuckerman chegou à mesma conclusão após 14 meses na Escandinávia, conversando com centenas de dinamarqueses e suecos sobre religião. Qualquer um que tenha observado um pouco mais sabe que a Dinamarca e a Suécia estão entre os países menos religiosos do mundo. Ambos dividem o primeiro lugar nas listas dos países com melhor expectativa de vida, bem-estar infantil, escolaridade, igualdade econômica, qualidade de vida e competitividade. Apesar de bem documentados, estes dois conjuntos de fatos vão contra à crença de muitos americanos (e religiosos em geral) de que uma sociedade sem muita religião seria, nas palavras de Zuckerman, “de uma imoralidade feroz, repleta de mal e extremamente corrompida”.
O sociólogo concluiu que, nestes países, a “religião não era na verdade um assunto tão privado, pessoal, mas, sobretudo, não se tratava de um assunto”. Seus entrevistados simplesmente não se preocupavam com isso. Zuckerman enfatiza que seus entrevistados não eram de forma alguma niilistas desesperados, mas “em sua maioria, pessoas felizes e satisfeitas” que “em geral têm vidas produtivas, criativas e contentes”. A religião passou a ser algo algo meramente “cultural”. Basicamente, ela se incorporou no dia-a-dia das pessoas na forma de conceitos de bondade e moral (que já sabemos ser bons sem precisar a recorrer a nenhuma religião).
Em certo ponto, Zuckerman pergunta a Jens, um ateu de 68 anos, sobre as fontes da cultura extremamente ética da Dinamarca. Jens responde: “Somos luteranos em nossas almas – eu sou um ateu, mas ainda tenho as percepções luteranas de muitos: de ajudar nosso semelhante. Sim. É uma idéia moral velha e boa.” Mas afinal, como é possível ser ateu e usar de moral religiosa?
Não precisamos da religião para viver, mas sim de conceitos de convivência pacífica e harmônica em sociedade (conceitos que, aliás, já estão bem definidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos). Conceitos esses que também são disseminados pelas religiões, mas não são exclusivos destas. Culpar a falta de religiosidade pelos males do mundo é um contra-senso descabido. Como assim eu só sou bom se tiver uma religião? Quer dizer que só sou bom se temer uma punição e aguardar uma recompensa pós-morte? Isso é patético e só mostra a infantilidade intelectual de muitos religiosos.
Vale frisar ainda a relação escolaridade x religiosidade. Embora muitos cientistas sejam teístas, esta relação é muito diferente entre o povo em geral e a elite intelectualizada. Pesquisas apontam que 90% da população em geral dos EUA acreditam em um deus. Na Academia de Ciências dos EUA, 93% não acreditam em deuses: são ateus. Isso aponta numa única direção: a noção de que deus é um argumento desnecessário para explicar boa parte da vida, sua origem, mecânica e o próprio sentido (que, segundo Dawkins, seria apenas a perpetuação dos genes ad infinitum).
Quando se estuda e se entende, por A mais B, o funcionamento das coisas, as explicações mitológicas e religiosas perdem espaço para as provas e teorias (que são testáveis, falseáveis, replicáveis, etc) que a ciência provê. A própria teoria da Evolução é um exemplo típico. Não precisamos mais de deus algum para entender o processo evolutivo. E podemos usar este conhecimento a nosso favor no desenvolvimento de vacinas, controle de pragas, etc. E não importa se você acredita na teoria da evolução. Tanto quanto a lei de gravidade, ela existe independentemente da sua convicção. Jogue-se de uma ponte e você será atraído para o centro da Terra. Observe espécies ao longo de gerações e verá a evolução ocorrendo, por mais que você não “acredite” nela.
Mas o espaço da religião está garantido. Enquanto houver pessoas incapazes de encontrar um sentido da vida, incapazes de conviver em sociedade sem a noção de que estão sendo observadas e sob pena de punição caso façam algo errado, incapazes de aproveitar a esta vida se ela não tiver uma “continuação”, enfim, enquanto o mundo estiver recheado de pessoas espiritualmente fracas, teremos religiosos, fundamentalistas, missionários, etc. E o mundo sofrerá o despotismo e autoritarismo, além do abuso físico, mental, espiritual e financeiro, típico daqueles que sempre usaram e usarão a religião como instrumento de manipulação social: os altos sacerdotes.
Fonte: http://www.umavisaodomundo.com/2009/07/pessoas-escolaridade-menos-religiosas.html
O desembargador Vladimir Souza Carvalho, do TRF-5 (Tribunal Regional Federal da 5ª Região) concedeu liminar determinando que a OAB inscreva bachareis em direito como advogados sem exigir aprovação no Exame Nacional da Ordem.
Para o desembargador, a exigência de prova para pessoas com diploma de direito reconhecido pelo MEC é inconstitucional. É primeira decisão de segunda instância que reconhece a inconstitucionalidade do Exame.
De acordo com o desembargador Vladimir Souza Carvalho, relator do caso, o Exame de Ordem é inconstitucional, na medida em que a Carta Magna prevê que “é livre o exercício de qualquer trabalho, oficio ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Portanto, para o magistrado, não cabe à OAB “exigir do bacharel em ciências jurídicas e sociais, ou, do bacharel em direito, a aprovação em seu exame, para poder ser inscrito em seu quadro, e, evidentemente, poder exercer a profissão de advogado”.
Ainda segundo a decisão, da forma como está regulamentada a norma atualmente, conferindo poder de decisão à Ordem, faz com que as avaliações realizadas ao longo da graduação percam a validade. “Trata-se de um esforço inútil, pois cabe à OAB e somente a ela dizer quem é ou não advogado”, ressalta Carvalho.
Além disso, no entendimento do desembargador, a advocacia é a única profissão no país em que o estudante, já portando o diploma, necessita se submeter a um exame para poder exercê-la, “circunstância que, já de cara, bate no princípio da isonomia”, observa Carvalho, condição também prevista na legislação brasileira.
“De posse de um título, o bacharel em direito não pode exercer sua profissão. Não é mais estudante, nem estagiário, nem advogado. Ou melhor, pela ótica da OAB, não é nada”, aponta o magistrado.
“Usurpação do poder”
Para o relator da decisão, a avaliação realizada pelo Conselho da OAB, obrigatória, “não se apresenta como devida, por representar uma usurpação de poder, que só é inerente a instituição de ensino superior”. Carvalho alega que somente a Presidência da República pode regulamentar, privativamente, a lei – o que, portanto, não deve ser de responsabilidade do Conselho.
O relator ainda argumenta que o STF (Supremo Tribunal Federal) já reconheceu a repercussão geral em um recurso extraordinário (RE 603.583-RS) que discute a constitucionalidade do Exame de Ordem para o ingresso no quadro de advogados da OAB. Segundo ele, “em breve, haverá uma solução definitiva para a questão”.
Conselho da OAB
A reportagem de Última Instância entrou em contato com a OAB e aguarda posicionamento sobre o caso.
01 › Sentença histórica (Original – Estupro) (.PDF)
05 › HABEAS PINHO! (.PDF)
06 › MAGISTRADO CONSIDERA A TELEVISÃO E O NU TELEVISIVO BEM ESSENCIAL (.PDF)
07 › O PESO INSUSTENTÁVEL DOS CHIFRES (.PDF)
08 › IMPERDÍVEL – 12 PÉROLAS JURÍDICAS (.PDF)
09 › Habeas Carrum (.PDF)
10 › Esse é um exemplo ótimo de expressões de (d)efeito (.PDF)
11 › UNIVERSITÁRIO OU NÃO (.PDF)
12 › Pérolas Jurídicas Brasileiras (.PDF)
14 › Novas Pérolas Jurídicas (.PDF)
18 › Prisão ou liberdade por 150 Cruzeiros (.PDF)
19 › NOTÓRIO SABER (.PDF)
20 › VC CONCORDA COM ESSA DECISÃO? (.PDF)
21 › A SENTENÇA DE CRISTO (Histórica) (.PDF)
22 › PRESO POR VADIAGEM (.PDF)
23 › ADVOGADA EVANGÉLICA (.PDF)
24 › Embargos à Execução (.PDF)
25 › Pau no nome (.PDF)
26 › A VAIDADE DE UM JUIZ (.PDF)
27 › Decisão da Lei seca (.PDF)
JURIDIQUÊS / PIADAS / CAUSOS
01 › JURIDIQUÊS-PORTUGUÊS (.PDF)
02 › O CAUSO ABAIXO É O TÍPICO USO DO JURIDIQUÊS (.PDF)
04 › SINTOMAS DE UM ADVOGADO MUITO POBRE (.PDF)
05 › NOTÓRIO SABER (.PDF)
06 › Carta de um caloteiro (.PDF)
07 › Porque o Juiz deve ouvir as partes… (.PDF)
08 › O poder da síntese (.PDF)
09 › Coisas de Oficial de Justiça (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV1
00 › PROGRAMA – DIREITO EMPRESARIAL II (SOCIEDADE ANÔNIMA) (.PDF)
01 › Anotações de Sala – 4 Páginas (.PDF)
02 › Apostila 01 – Noções de Sociedade Anônima (.DOC)
03 › Apostila 02 – Principais Características da Sociedade Anônima (.DOC)
04 › Apostila 03 – Constituição da Sociedade Anônima (.DOC)
06 › Estudo Dirigido – Minhas Respostas (.DOC)
CONTEÚDOS DA AV2
01 › Anotações de Sala – Valor da Ação (.PDF)
02 › Anotações de Sala – Debêntures (.PDF)
03 › Apostila 04 – Ação (.DOC)
04 › Apostila 05 – Valores Mobiliares (.DOC)
MATERIAL DE APOIO:
01 › Direito Societário – Sociedade Anônima (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV1 e AV2
00 › PROGRAMA – TEORIA GERAL DO PROCESSO (.PDF)
01 › TGP – Apostila do Professor (.DOCX)
02 › Anotações de Sala – 7 Páginas (.PDF)
MATERIAL DE APOIO:
01 › TGP – COLETÂNEA ALUN (.PDF)
02 › TGP – Apostila FGV (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV1
01 › Anotações de Sala – 12 Páginas (.PDF)
02 › Atividade de Apoio (.PDF)
03 ›Atividade de Apoio – Minhas Respostas (.DOCX)
CONTEÚDOS DA AV2
01 › Obrigações – Quanto ao Conteúdo ou Objetivo (.PDF)
02 › Obrigações – Quanto ao local do adimplemento (.PDF)
03 › Anotações – Aula 03 – Aspectos Objetivos (.PDF)
04 › Anotações – Aula 04 – Modalidades Especiais de Pagamento (.PDF)
05 › Anotações – Aula 05 – Imputação do Pagamento (.PDF)
06 › Anotações do dia 23-11-2010 – Compensação (.PDF)
MATERIAL DE APOIO
01 › RESUMO DE CIVIL II – Completo (.PDF)
02 › Apostila Direito Civil II – Parte I (.PDF)
03 › Apostila Direito Civil II – Parte II (.PDF)
04 › Apostila CIVIL – Completa (.PDF)
05 › Apostila – Direito das Obrigações – Da Cláusula Penal – Arras – Juros – Mora (.DOC)
MATERIAL DE APOIO 2
Retirado do site: http://www.professorflavio.com/Arquivos/Apostilas/
01 › Resumo De Direito Civil – Obrigações
02 › Resumo De Direito Civil Obrigações
04 › Obrigações De Fazer
05 › Das Obrigações Alternativas
06 › Das Obrigações Solidárias
07 › Da Transmissão das Obrigações
08 › Do Pagamento
09 › Do Pagamento em Consignação
10 › Do Pagamento com Sub-rogação
11 › Da Imputação do Pagamento e Da Dação em Pagamento
12 › Da Novação
13 › Da Confusão e Da Remissão
14 › Do Inadimplemento Absoluto
15 › Da Mora
CONTEÚDOS DA AV1
01 › Plano de Ensino – Redação Forense (.DOC)
02 › Técnica de Redação Forense – Apostila – 54 Páginas (.PDF)
03 › Texto 1 – Novo Acordo Ortográfico (.DOC)
04 › Texto 2 – Novo Acordo Ortográfico (.DOC)
05 › Texto 3 – Novo Acordo Ortográfico (.DOC)
06 › PRODUÇÃO TEXTUAL – DIVÓRCIO (.DOCX)
07 › PRODUÇÃO TEXTUAL- VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER (.DOCX)
09 › Texto 4 (.DOC)
10 › Texto 5 (.DOC)
11 › Texto 6 (.DOC)
13 › Aula 1 – CURSO DE REDAÇÃO JURÍDICA (.PDF)
14 › Aula 2 – CURSO DE REDAÇÃO JURÍDICA (.PDF)
14 › Aula 3 – Em bom português (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV2
01 › Texto nº 7 – Características para elaboração de um texto (.DOC)
02 › Texto nº 8 – Petição (.DOC)
03 › Petição Queixa-Crime – Apresentado (.PDF)
04 › Texto 9 – Contestação (.DOC)
05 › Texto n 10 – Exercícios Contestação (.DOC)
MATERIAL DE APOIO:
01 › Novo Acordo Ortográfico – 5 Páginas (.PDF)
02 › Sentenças e Petições
CONTEÚDOS DA AV1
00 › PROGRAMA – DIREITO PENAL III (PARTE ESPECIAL) (.DOC)
01 › Anotações de Direito Penal – 6 Páginas (.PDF)
14 › Resumo do Conteúdo AV1 – 14 Páginas (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV2
04 › Artigo-215 – A Nova Lei dos Crimes Sexuais (.DOC)
05 › Anotações da Aula – Crimes contra a honra (.PDF)
06 › Anotações da Aula – Crimes contra a Liberdade Individual (.PDF)
07 › Resenha – O Caso dos Exploradores de Caverna (Lon Luvois Fuller) (.DOC)
MATERIAL DE APOIO – 1:
01 › Crimes contra a vida (.PPT)
03 › DIREITO PENAL – PARTE GERAL – COMENTADO (.DOC)
04 › DIREITO PENAL – PARTE ESPECIAL – COMENTADO (.DOC)
07 › Apostila Penal – Dos Crimes contra a vida (.PDF)
08 › Apostila – Penal Geral (.PDF)
09 › Apostila – Penal Especial – Crimes (.PDF)
MATERIAL DE APOIO – 2 :
Retirado do site: http://www.omeu.net/
01 › DIREITO PENAL 1 – INTRODUÇÃO DA MATÉRIA (.DOC)
02 › DIREITO PENAL 2 – HOMICÍDIO ( ART. 121 CP ) (.DOC)
03 › DIREITO PENAL 3 – INDUZIMENTO, INSTIGAÇÃO OU AUXÍLIO AO SUICÍDIO ( ART. 122 CP ) (.DOC)
04 › DIREITO PENAL 4 – INFANTICÍDIO ( ARTIGO 123, CP ) (.DOC)
05 › DIREITO PENAL 5 – ABORTO (.DOC)
06 › DIREITO PENAL 6 – LESÕES CORPORAIS ( ART. 129, CP ) (.DOC)
07 › DIREITO PENAL 7 – RIXA ( ART. 137, CP ) (.DOC)
08 › DIREITO PENAL 8 – CRIMES CONTRA A HONRA ( ARTS. 138, 139 E 140 CP ) (.DOC)
09 › DIREITO PENAL 9 – FURTO ( ART. 155, CP ) (.DOC)
10 › DIREITO PENAL 10 – FURTO DE COISA COMUM ( ART. 156 CP ) (.DOC)
11 › DIREITO PENAL 11 – ROUBO ( ART. 157, CP ) (.DOC)
12 › DIREITO PENAL 12 – EXTORSÃO ( ART. 158, CP ) (.DOC)
13 › DIREITO PENAL 13 – ESTELIONATO ( ART. 171, CP ) (.DOC)
14 › DIREITO PENAL 14 – RECEPTAÇÃO (.DOC)
15 › DIREITO PENAL 15 – APROPRIAÇÃO INDÉBITA ( ART. 168, CP ) (.DOC)
16 › DIREITO PENAL 16 – DISPOSIÇÕES GERAIS NOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO (.DOC)
17 › Revogado – DIREITO PENAL 17 – ESTUPRO (ART. 213, CP) (.DOC)
18 › Revogado – DIREITO PENAL 18 – ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR (art. 214, CP) (.DOC)
19 › DIREITO PENAL 19 – CORRUPÇÃO DE MENORES (ART. 218, CP) (.DOC)
20 › Revogado – DIREITO PENAL 20 – DISPOSIÇÕES GERAIS DOS CRIMES CONTRA OS COSTUMES (.DOC)
21 › DIREITO PENAL 21 – CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GENERALIDADES E PECULATO (.DOC)
22 › DIREITO PENAL 22 – PECULATO MEDIANTE ERRO DE OUTREM (ART. 313, CP) (.DOC)
23 › DIREITO PENAL 23 – CONCUSSÃO (ART. 316, CP) (.DOC)
24 › DIREITO PENAL 24 – FALSIDADES (.DOC)
25 › DIREITO PENAL 25 – ASSÉDIO SEXUAL (.DOC)
CONTEÚDOS DA AV1
00 › PROGRAMA – DIREITO CONSTITUCIONAL II (.DOC)
01 › Anotações de Sala – 10 Páginas (.PDF)
03 › Trabalho de Direito Constitucional II – 4 Questões (.DOCX)
04 › Textos Referentes ao Conteúdo da AV1 – 33 Páginas (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV2
02 › Anotações de Sala – 5 Páginas (.PDF)
03 › Anotações de Sala – Aula de Revisão (.PDF)
04 › Estude para AV2 – Nacionalidade, Direitos Políticos e Partidos Políticos (.PDF)
MATERIAL DE APOIO:
01 › Confisco do Livro do Padre Jonas Abib (.PPTX)
02 › Direitos Fundamentais por Epitácio (.PPTX)
03 › Monografia – Leis em desconformidade com a Constituição (.PDF)
04 ›Seminário – Privação dos Direitos Políticos (.PPTX)
05 › Complemento – 05 – Direito Consitucional – Art. 5° – Comentado (.DOC)
06 › Direitos Políticos – Artigo Científico (.PDF)
Conteúdos da AV1
0. PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITO
9. Introdução- Psicologia Aplicada
Complemento – 01 – Apostila – Psicologia Aplicada ao Direito
Conteúdos da AV2
Seminário – DISPUTA DE GUARDA E ALIENAÇÃO PARENTAL (.PDF)
Complemento -01- Síndrome de Alienação Parental -Introdução
Complemento -02- Disputa da Guarda – Eliana
Complemento -03- Síndrome de Alienação Parental -Estágios
Complemento -04- Critérios de identificação da criança privada pela SAP
Complemento -05-A Síndrome da Alienação Parental na Reforma do Judiciário
Conteúdos da AV1 e AV2
1. Linguagem e Determinações Sociais – I
2. Linguagem e Determinações Sociais – II
3. Linguagem e Determinações Sociais – III
4. A Lógica da Argumentação Jurídica – I
5. A Lógica da Argumentação Jurídica – II
6. A Lógica da Argumentação Jurídica – III
7. Técnicas Argumentativas – I
8. Técnicas Argumentativas – II
9. Técnicas Argumentativas – III
10. Técnicas Argumentativas – IV
11. Técnicas Argumentativas- V
12. Técnicas Argumentativas – VI
13. Técnicas Argumentativas – VII
Conteúdos da AV1
00 – PROGRAMA DE DIREITO CONSTITUCIONAL I
05 – Principais Características das Constituições- I
06 – Principais Características das Constituições – II
07 – Principais Características das Constituições – III
08 – Conceito de Constituição – I
09 – Conceito de Constituição – II
10 – Como fazer uma análise de uma norma. Técnica da Ponderação
14 – Pesquisa sobre Formas de Governo
17 – A Constituição pode ser modificada por
18 – Reforma e Revisão Constitucional
19 – Classificação das Constituições – I
20 – Classificação das Constituições – II
21 – Classificação das Constituições-III
22A – Classificação das Normas Constitucionais quanto a eficácia e aplicabilidade – I
22B – Classificação das Normas Constitucionais quanto a eficácia e aplicabilidade – II
24 – Trabalho Constitucional – Princípios Constitucionais
25 – Apresentação hermenêutica
26 – Constitucional seminário – Teoria da Constituição
Complemento – 01- Artigo – Emendas à Constituição
Complemento – 02 – Emendas Constitucionais
Complemento – 03 – Artigo – Roteiro de interpretação
Complemento – 04 – Artigo – Classificação Ontológica de Constituição
Complemento – 05 – Direito Constitucional – Constituição
CONTEÚDOS DA AV2:
01A – Princípios Fundamentais da CF-88
01B – Princípios Fundamentais da CF-88
02 – Aula Direitos Fundamentais
Complemento – 01 – Seminário – PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
Complemento – 02 – Questionário de Direito Constitucinal – Minhas Respostas
Complemento – 03 – Seminário – Abordagem crítica quanto ao alcance efetivo das normas
Complemento – 04 – Seminário – NORMA JURÍDICA
Complemento – 06 – Seminário – PRINCÍPIO DA MÁXIMA EFETIVIDADE – APRESENTAÇÃO JEAN
Complemento – 07 – Seminário – PRINCÍPIO DA MÁXIMA EFETIVIDADE
Complemento – 08 – Seminário – Princípios Constitucionais
Complemento – 09 – Seminário – Princípio da Dignidade da Pessoa Humana – Djahy
Complemento – 10 – Seminário – Dignidade da Pessoa Humana – Epitácio
Complemento – 11 – Seminário – Dignidade da Pessoa Humana – Lucenilda
Complemento – 12 – Seminário – Democracia – Eliana
Complemento – 13 – Seminário – Pluralismo Político – Eduardo
Complemento – 14 – Seminário – Princípio da Isonomia – Constitucional – Jean
Complemento – 15 – Seminário – Princípio Republicano
Conteúdos da AV1
00 – DIREITO PENAL II (PARTE GERAL)
00 -B- PROGRAMA DA UNIDADE 1 – FORNECIDO POR DANIEL LYRA
09 – Classificação das Penas – I
10 – Classificação das Penas – II
15 – Penas Restritivas de Direito- I
16 – Penas Restritivas de Direito- II
17 – Penas Restritivas de Direito- III
18 – Penas Restritivas de Direito- IV
23 – Direito Penal II -Caderno de Exercícios
Conteúdos da AV2
02 – Causas de Aumento e Diminuição
04A – Suspensão Condicional da Execução da Pena
04B – Suspensão Condicional da Execução da Pena
Complemento – 01 – Estudo Dirigido – Minhas Respostas
MATERIAL DE APOIO:
06 – Pena Privativa de Liberdade
07 – RDD – Regime Disciplinar Diferenciado
08 – Direitos -Deveres, Trabalho, Remição e Detração do Preso
09 – Penas Restritivas de Direitos
11 – APOSTILA DIREITO PENAL – PARTE GERAL
CONTEÚDO DA AV1
00 › DIREITO EMPRESARIAL I (INTRODUÇÃO E SOCIEDADES EMPRÉSARIAS) (.DOC)
01 › Direito Empresarial (.PDF)
05 › Atos de Registro de Empresa (.PDF)
06 › Questões de Direito Empresarial I (.DOC)
07 › Obrigação do Empresário – I (.PDF)
08 › Obrigação do Empresário – II (.PDF)
09 › Estabelecimento Empresarial- II (.PDF)
10 › Estabelecimento Empresarial- II (.PDF)
CONTEÚDOS DA AV2
01 › Propriedade Industrial (.PDF)
03 › Teoria Geral do Direito Societário (.PDF)
04 › Teoria Geral do Direito Societário (.PDF)
05 › Trabalho de Direito Empresarial (.PDF)
MATERIAL DE APOIO
01 › Direito Empresarial (.PDF)
02 › Atividade Empresarial (.PDF)
03 › Estabelecimento Comercial (.PDF)
05 › Propriedade Industrial (.PDF)
06 › Teoria Geral do Direito Societário (.PDF)
07 › Apostila Direito Empresarial (.DOC)
08› Apostila com Dicas – Dir. Empresarial (.DOC)
- Manual de Dir. Comercial
- Fábio Ulhoa (mais didático)
- Fazzio Júnior (melhor para ler)
Conteúdos da Av1
00 – PROGRAMA – DIREITO CIVIL I (PARTE GERAL)
01A – Pessoa Física (Natural) – Bem Completo
02 – Das Pessoas Naturais – II
03 – Das Pessoas Naturais – III
Complemento – 01 – Mudança do nome do transexual
Complemento – 02 – Cirurgia para mudança de sexo
Complemento – 03- Cirurgia de Mudança de Sexo
Complemento – 04 – Código – Código de Defesa do Consumidor
Complemento – 05 – Código – Direito Civil
Complemento – 06 – Código – ECA
Complemento – 07 – Código – Lei de Registros Públicos
Complemento – 08 – Código -Lei 9610-98 – Direitos Autorais
MATERIAL DE APOIO:
01 – Sujeitos de Direitos. As Pessoas
02 – Sujeitos de Direitos. As Pessoas – II
03 – Dos Direitos da Personalidade – I
03B – Dos Direitos da Personalidade – II
04 – Dos Dir Personalidade – Classificação
05 – A disciplina dos transplantes
06 – Direito à Integridade Intelectual
07 – Direito à Integridade Psíquica (moral)
AULAS DO PROFESSOR GUILHERME – Minhas Anotações
01 – Direitos da Personalidade – I
02 – Direitos da Personalidade – II
03 – Direitos da Personalidade – III
10 – Caso 3 – Transgenitalização
CONTEÚDOS DA AV2:
03- Dos Negócios Jurídicos – Da Classificação
Complemento – 01 – Caso Adalgamir – Minhas Respostas
MATERIAL DE APOIO
01 › Resumo- Parte Geral – I – PRIMEIRA AULA DE DIREITO CIVIL (.DOC)
02 › Resumo- Parte Geral – II – LEI DE INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CIVIL – LICC (.DOC)
03 › Resumo- Parte Geral – III – AULA DIREITO CIVIL – LICC2 (.DOC)
04 › Resumo- Parte Geral – IV – DAS PESSOAS (.DOC)
05 › Resumo- Parte Geral – V – Das incapacidades (.DOC)
06 › Resumo- Parte Geral – VI – Extinção da personalidade da pessoa natural (.DOC)
07 › Resumo- Parte Geral – VII – DIREITOS DA PERSONALIDADE (.DOC)
08 › Resumo- Parte Geral – VIII – Direito à integridade psíquica (.DOC)
09 › Resumo- Parte Geral – IX – DAS PESSOAS JURÍDICAS (.DOC)
10 › Resumo- Parte Geral – X – DAS PESSOAS JURÍDICAS (.DOC)
11 › Resumo- Parte Geral – XI – DOS BENS (.DOC)
12 › Resumo- Parte Geral – XII – Bens móveis (.DOC)
13 › Resumo- Parte Geral – XIII – Bens reciprocamente considerados (.DOC)
14 › Resumo- Parte Geral – XIV – DOS FATOS JURÍDICOS (.DOC)
15 › Resumo- Parte Geral – XV – TEORIA DO NEGÓCIO JURÌDICO (.DOC)
16 › Resumo- Parte Geral – XVI – Elementos do negócio Jurídico (.DOC)
Livro Recomendado:
- Cristiano Chaves de Farias. Nelson Rosenvald – Direito Civil Teoria Geral
Conteúdos da AV1 e AV2:
1 Introdução a História do Direito
2 Formação do Direito Português
5. O Descobrimento do Brasil e o Início da Colonização
6. O descobrimento do Brasil e o Início da Colonização II
7. O descobrimento do Brasil e o Início da Colonização III
8. Ordenações Filipinas e a União Ibérica
9. Mineração e definição de limites
11. O Brasil e a Independência
12. O Brasil e a Independência – II
13. O Brasil e a Independência – III
14. O Brasil e a Independência – IV
18. O Segundo Reinado (Aspectos Econômicos)
19. O Segundo Reinado (Sociedade e Cultura)
20. O Segundo Reinado (Questão Escravista) Processo Abolicionista
21. O Segundo Reinado e a Emergência da República (Fatores)
Conteúdos da AV1 e AV2:
0. Programa do Curso de Direito Penal I (PARTE_GERAL)
2. Síntese Histórica Códigos Penais no Brasil
4. Conceito e Característica – II
6. Relações com as outras ciências jurídicas e outros ramos do Direito
7. Garantismo Penal (Modelo de Luigi Ferrajoli)
8. Princípios Gerais e Constitucionais do Direito Penal
15. Lei Penal no Tempo – II (Princípios. Retroatividade, Irretroatividade, Ultratividade)
24. Imunidades Diplomáticas – II
26. Infração Penal (Diferença entre Crime e Contravenção)
27. Infração Penal (Conceito de Crime. Formal, Material e Analítico do Crime)
28. Infração Penal (Conceito de Crime Adotado pela Doutrina)
29. Infração Penal (Conduta. ação e omissão. Conceito de ação. causal, final e social)
30. Infração Penal (Conduta. ação e omissão. Conceito de ação. causal, final e social)
32. Infração Penal (Crimes comissivos, Omissivos próprios e impróprios. Agente Garantidor)
34. O Resultado (Relação de Causalidade)
35. O Resultado (Conceito de Causa e Concausas, Interrupção do Nexo Causal)
36. O Resultado (Espécies de causas)
Outros Materiais:
Reformas do CPP – Vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=vuxXUNSu4n0&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=tLanmjwiEnU&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=WkjGwTMNBis&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=abr1Hu8Qg2M&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=FUf9fBgZ-P4&feature=player_embedded
TV Justiça – Aula Magna: Direito Penal na Escola de Magistratura do Paraná – Fernando Capez
Conteúdos da AV1 e AV2:
5 Ideologias Jurídicas Histórico
7 Escolas Sociológicas do Direito
10 Escolas Sociológicas do Direito
14. Direito, Poder e Opressão (O Direito como fenômeno observável)
16. Analise-Sociojuridica-Do-Acesso-a-Terra-No-Brasil-Agosto2003
17. Introdução ao Pensamento Complexo
18. Apostila História do Direito – Sociologia Jurídica
http://www.mundodosfilosofos.com.br/bittar.htm
Conteúdos da AV1 e AV2:
7 As Nossas Constituições – II
8 As Nossas Constituições – III
11. Georg Wilhelm Friedrich Hegel
13. Thomas Hobbes de Malmesbury
16. Constituicão Politica do Império do Brasil de 25 de Março de 1824
MATERIAL DE APOIO
http://politicacomciencia.com/3.html
MATERIAL DE APOIO – POLÍTICA
http://politicacomciencia.com/6.html
Leituras obrigatórias
Filmes indicados
Conteúdos da AV1:
02. INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTOS APLICADOS AO DIREITO
05- Testes de Língua Portuguesa
06- Referencial Teórico -Coerência
O Profº Marcondes especializou-se no ensino da Gramática Normativa, Interpretação Textual, Redação Dissertativa e Redação Oficial para concursos públicos. Ministrou cursos para diversos órgãos públicos como o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Tribunal de Justiça (TJ) entre outros órgãos. Hoje o Profº ministra cursos principalmente em Brasília.
Clique aqui para acessar as vídeo aulas.
TV Cultura – Prof. Pasquale
* Hífen ou travessão?
* Terminação iano
* Hífen
* Ter e vir
* Acentuação em verbos
* Acento diferencial
* Bem-vindo
* A grafia portuguesa
* Exemplos de hífen
* Alfabeto
* Acentuação eem e oo
* Acentuação e I e U
* Acentuação de ditongo
* Trema
Clique Aqui para acessar
CLIQUE NA IMAGEM PARA ASSISTIR
3_Da_Teoria_das_Incapacidades-II
4_Da_Teoria_das_Incapacidades-III
5_Da_Teoria_das_Incapacidades-IV
MATERIAL DE APOIO
01 › Resumo- Parte Geral – I – PRIMEIRA AULA DE DIREITO CIVIL (.DOC)
02 › Resumo- Parte Geral – II – LEI DE INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CIVIL – LICC (.DOC)
03 › Resumo- Parte Geral – III – AULA DIREITO CIVIL – LICC2 (.DOC)
04 › Resumo- Parte Geral – IV – DAS PESSOAS (.DOC)
05 › Resumo- Parte Geral – V – Das incapacidades (.DOC)
06 › Resumo- Parte Geral – VI – Extinção da personalidade da pessoa natural (.DOC)
07 › Resumo- Parte Geral – VII – DIREITOS DA PERSONALIDADE (.DOC)
08 › Resumo- Parte Geral – VIII – Direito à integridade psíquica (.DOC)
09 › Resumo- Parte Geral – IX – DAS PESSOAS JURÍDICAS (.DOC)
10 › Resumo- Parte Geral – X – DAS PESSOAS JURÍDICAS (.DOC)
11 › Resumo- Parte Geral – XI – DOS BENS (.DOC)
12 › Resumo- Parte Geral – XII – Bens móveis (.DOC)
13 › Resumo- Parte Geral – XIII – Bens reciprocamente considerados (.DOC)
14 › Resumo- Parte Geral – XIV – DOS FATOS JURÍDICOS (.DOC)
15 › Resumo- Parte Geral – XV – TEORIA DO NEGÓCIO JURÌDICO (.DOC)
16 › Resumo- Parte Geral – XVI – Elementos do negócio Jurídico (.DOC)
Professor
CONTEÚDOS DA AV1
0. Filosofia Geral e Jurídica – Caderno de Exercícios
7. Aristoteles-III-384-322-a-c
6. Período Helenístico – apontamentos de sala
7. Período Helenista – tópicos de aulas
9. Cícero e o Direito Romano Jusnaturalismo
10. Cícero e o Direito Romano Jusnaturalismo – II
11. Cícero e o Direito Romano Jusnaturalismo – III
17 Santo Tomás de Aquino – III
20. John Locke – Pai do Iluminismo
21. John Locke – Pai do Iluminismo – II
31. A Filosofia Moral de kant – II
33. Filosofia Moral de Kant_Quiz
Vídeos de Filosofia: http://www.youtube.com/user/pgjr23
http://www.scribd.com/full/26586881?access_key=key-1xpjuhychstbfnguhm1o
07 – Metodologia Caderno de Exercícios
MATERIAL DE APOIO 1
01- Parte-1-Elementos pré-textuais e textuais
06- Apostila Metodologia Científica
08 › 08 – Exemplo de Artigo (.DOC) • Adicionado em 21.11.10
MATERIAL DE APOIO 2
http://www.politicacomciencia.com/home_0.html
CONTEÚDOS DA AV1
1. Aula 1 – Teóricos da Escola Liberal
2. Aula 2 – Explicadores do Brasil
4. Aula 4 – Max Weber e o Capitalismo
5. Aula 5- Karl Marx e F. Engels
8. A Política Econômica Mercantilista
2. Sistema Tributário Nacional
5. Sistema Tributário Nacional Competências
6. Sistema Tributário Nacional Competências -II
7. Sistema Tributário Nacional Competências – II
8. Princípios Constitucionais Tributários
9. Princípios Constitucionais Tributários – II
10. Princípios Constitucionais Tributários – III
11. Princípios Constitucionais Tributários -IV
12. Princípios Constitucionais Tributários – V
15.-Resumo-de-Direito-Tributario-para-Concursos-Esquema-de-Impostos
16. Direito-Tributario-Conceitos-do-Codigo-Tributario-Nacional
17.Direito-Tributario-Principio-da-Legalidade
Conteúdos da AV1:
02- Funções da Linguagem – Transparências
Conteúdos da AV2:
Complemento – Tipologias e Gêneres Textuais
1. Aula 1 – Antropologia e Sociologia
2. Aula 2 – Revolução Industrial
3. Aula 3 – Cultura e Sociedade
4.CULTURA E SOCIEDADE O conceito de cultura
6.CULTURA E SOCIEDADE Socialização
7.Sociologia História e Desenvolvimento
8. Auguste Comte o pensamento positivista e as relações sociais
9.CULTURA E SOCIEDADE Tipos de sociedade
10.CULTURA E SOCIEDADE Mudança social
11.Aula 4 – Augusto Comte 1798 1857
12. Aula 5- Émile Durkheim 1858 1917
13. O Positivismo de Émile Durkheim
14. A Sociologia em Émile Durkheim
15. Esquema Teórico de Émile Durkheim
3. Tipos de dominação em Weber
4. A sociologia Materialista Histórica de Karl Marx
11. Max Weber – Com mais detalhes
12. Max Weber – Com mais detalhes – II
13. Max Weber – Com mais detalhes – III
15. Resumo de Sociologia fornecido por Waldeny Pereira Filho
16. Theodorico Bezerra – Imperador do Sertão
MATERIAL DE APOIO – SOCIOLOGIA
01 › Aula 1 – Surgimento da sociologia. (.PDF)
02 › Aula 2 – Sociologia e sociedade industrial. (.PDF)
03 › Aula 3 – Principais pontos da obra de Émile Dürkheim -1 (.PDF)
04 › Aula 4 – Principais pontos da obra de Émile Dürkheim – 2 (.PDF)
05 › Aula 5 – O que é fato social – Émile Dürkheim (.PDF)
06 › Aula 6 – Principais pontos da obra de Karl Marx (.PDF)
07 › Aula 7 – Quadro comparativo de Dürkheim e Marx (.PDF)
08 › Aula 8 – Vida, obras e conceitos principais de Weber (.PDF)
09 › Aula 9 – A política como vocação – Weber (.PDF)
MATERIAL DE APOIO – ANTROPOLOGIA
01 › Aula 1 – Aula de apresentação da Antropologia (.PDF)
03 › Aula 2 – Pré-história da Antropologia – Descobrimento e ideologias (.PDF)
04 › Texto para reflexão – A sociedade contra o Estado (.PDF)
05 › Aula 3 – O século XVIIII – a invenção do conceito de homem (.PDF)
06 › Aula 4 – O tempo dos pioneiros – pesquisadores eruditos do século XIX (.PDF)
07 › Aula 5 – Os pais fundadores da etnografia – Franz Boas e Bronislaw Malinowski (.PDF)
08 › Aula 6 – Os primeiros teóricos da Antropologia – Durkheim e Mauss (.PDF)
ARTIGO CIENTÍFICO APRESENTADO
01 › Apresentação do Artigo Científico – Waldeny e Epitácio (.PPTX) • Adicionado em 21.11.10
02 › CAPA DE ROSTO – AVALIAÇÃO – SUMÁRIO – (.DOC) • Adicionao em 21.11.10
03 › A CLASSE OPERÁRIA E SUA CONDIÇÃO SOCIAL DURANTE A SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (.DOC) • Adicionado em 21.11.10
04 › Resumo TC Semana Científica FCC (.DOC) • Adicionado em 21.11.10
Aula_3_-_Instrumentos_de_Controle_Social
Aula_4_-_Direito_x_Regras_do_Trato_Social
aula_5_-_ciencia_do_direito_-_continuacao
Aula_8-_O_Normativismo_Juridico
Aula_9_-_Direito_Publico_x_Dirieto_Privado
Aula_10_-_Teoria_Tridimensional_de_Miguel_Reale
Aula_12_-_Fontes_do_Direito_Continuacao
Aula_13-_Da_Obrigatoriedade_da_Lei
Aula_14-_Da_eficacia_da_lei_no_tempo_e_no_espaco
Aula_15-_Do_Direito_Costumeiro
Aula_17-_Dos_Principios_Gerais_do_Direito
LEI_DE_INTRODUCAO_AO_CODIGO_CIVIL_BRASILEIRO
Questionario_-_Introducao_I_-_AV1
3._Classificacao_da_Norma_Juridica
4._Classificacao_da_Norma_Juridica_-_continuacao
5._Classificacao_da_Norma_Juridica_-_continuacao_II
6._Norma_Juridica_-_vigencia-efetividade-eficacia-legitimidade
7._Direito_I_Guia_14_-_competencia_e_processo
9._Coerencia_do_Ordenamento_Juridico
10._Especies_Classicas_de_Interpretacao
11._Especies_Classicas_de_Interpretacao_-_Continuacao
12._Especies_Classicas_de_Interpretacao_-_Continuacao
Estudo_Dirigido_-_Introducao_ao_Direito_I_-_AV2
Introducao_ao_Estudo_do_Direito_-_Caderno_de_Exercicios
MATERIAL DE APOIO
01 › Resumo- Parte Geral – I – PRIMEIRA AULA DE DIREITO CIVIL (.DOC)
02 › Resumo- Parte Geral – II – LEI DE INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CIVIL – LICC (.DOC)
03 › Resumo- Parte Geral – III – AULA DIREITO CIVIL – LICC2 (.DOC)
04 › Resumo- Parte Geral – IV – DAS PESSOAS (.DOC)
05 › Resumo- Parte Geral – V – Das incapacidades (.DOC)
06 › Resumo- Parte Geral – VI – Extinção da personalidade da pessoa natural (.DOC)
07 › Resumo- Parte Geral – VII – DIREITOS DA PERSONALIDADE (.DOC)
08 › Resumo- Parte Geral – VIII – Direito à integridade psíquica (.DOC)
09 › Resumo- Parte Geral – IX – DAS PESSOAS JURÍDICAS (.DOC)
10 › Resumo- Parte Geral – X – DAS PESSOAS JURÍDICAS (.DOC)
11 › Resumo- Parte Geral – XI – DOS BENS (.DOC)
12 › Resumo- Parte Geral – XII – Bens móveis (.DOC)
13 › Resumo- Parte Geral – XIII – Bens reciprocamente considerados (.DOC)
14 › Resumo- Parte Geral – XIV – DOS FATOS JURÍDICOS (.DOC)
15 › Resumo- Parte Geral – XV – TEORIA DO NEGÓCIO JURÌDICO (.DOC)
16 › Resumo- Parte Geral – XVI – Elementos do negócio Jurídico (.DOC)
Saudações,
Recentemente, uma célebre animadora de rádio dos EUA afirmou que a
homossexualidade era uma perversâo:
É o que diz a Bíblia no livro do Levítico, capítulo 18, versículo
22: Tu nâo te deitarás com um homem como te deitarias com uma
mulher: seria uma abominaçâo. A Bíblia refere assim a questâo. Ponto
final,afirmou ela.
Alguns dias mais tarde, um ouvinte dirigiu-lhe uma carta aberta que
dizia:
Obrigado por colocar tanto fervor na educaçâo das pessoas pela Lei
de Deus. Aprendo muito ouvindo o seu programa e procuro que as
pessoas à minha volta a escutem também. No entanto, eu preciso de
alguns conselhos quanto a outras leis bíblicas.
Por exemplo, eu gostaria de vender a minha filha como serva, tal como
nos é indicado no Livro do êxodo, capítulo 21, versículo 7. Na sua
opiniâo, qual seria o melhor preço?
O Levítico também, no capítulo 25, versículo 44, ensina que posso
possuir escravos, homens ou mulheres, na condiçâo que eles sejam
comprados em naçôes vizinhas. Um amigo meu afirma que isto é
aplicável aos mexicanos, mas nâo aos canadianos. Poderia a senhora
esclarecer-me sobre este ponto? Por que é que eu nâo posso possuir
escravos canadianos?
Tenho um vizinho que trabalha ao sábado. O Livro do êxodo, capítulo
25, versículo 2, diz claramente que ele deve ser condenado à morte.
Sou obrigado a matá-lo eu mesmo? Poderia a senhora sossegar-me de
alguma forma neste tipo de situaçâo constrangedora?
Outra coisa: o Levítico, capítulo 21, versículo 18, diz que nâo
podemos aproximar-nos do altar de Deus se tivermos problemas de
visâo. Eu preciso de óculos para ler. A minha acuidade visual teria
de ser de 100%? Seria possível rever esta exigência no sentido de
baixarem o limite?
Um último conselho. O meu tio nâo respeita o que diz o Levítico,
capítulo 19, versículo 19, plantando dois tipos de culturas
diferentes no mesmo campo, da mesma forma que a sua esposa usa roupas
feitas de diferentes tecidos: algodâo e polyester. Além disso, ele
passa os seus dias a maldizer e a blasfemar. Será necessário ir até
ao fim do processo embaraçoso que é reunir todos os habitantes da
aldeia para lapidar o meu tio e a minha tia, como prescrito no
Levítico, capítulo 24, versículos 10 a 16? Nâo se poderia antes
queimá-los vivos após uma simples reuniâo familiar privada, como
se faz com aqueles que dormem com parentes próximos, tal como aparece
indicado no livro sagrado, capítulo 20, versículo 14?
Confio plenamente na sua ajuda.
Só para registro e um pouco de humor.
Fecha o pano
Fernando Martins
Terapeuta CRT 37.039
Esta é de lascar o bacamarte.
O QUE SE TEMIA:
QUEREM LEGALIZAR O ROUBO…
LADRÃO PROCESSA VÍTIMA POR LESÕES CORPORAIS.
Juiz considera ‘uma afronta ao Judiciário’ ação que assaltante moveu contra comerciante dono de padaria, por ter levado surra ao tentar roubar estabelecimento em Belo Horizonte.
Uma ação em tramitação no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, leva às últimas conseqüências a máxima segundo a qual a Justiça é para todos – todos mesmo.
O pedido de um assaltante, preso em flagrante e que decidiu processar a vítima por ter reagido durante o assalto, provocou surpresa até mesmo nos meios jurídicos e foi classificado como uma “aberração” pelo juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo, da 2ª Vara Criminal, que suspendeu a ação.
Pois bem vamos falar sobre o Exegetismo.
Para quem é leigo no âmbito de Direito esta pode parecer um “palavrão”, mas se trata de uma escola de que transcorreu no século XIX, onde se fundamentava em totalidade na sua teoria que o direito positivo era a lei escrita, e que a função do jurista era ater-se com absoluto rigor ao texto legal.
Com a publicação do Código de Napoleão em 1804, ocorreu a unificação do Direito Francês, e os juristas entendiam que sua função era interpretação do texto legal, ou seja a ciência do direito era reduzida a mera tarefa exegeta. O código francês quando publicado foi visto como um código completo e acabado que não admitia lacunas, e foi tido como a expressão mais exata e completa do Código Civil.
Bugnet chegou a afirmar: “não conheço o código civil, somente ensino o código de Napoleão”.
Este código influenciou no Direito de outros estados, até mesmo no Brasil.
Os franceses conseguiram aquilo que almejavam, um direito unificado e de grande importância cultural. Por sua grande importância os juristas viam a necessidade de protege-lo contra interpretações que pudessem distorcer o seu espírito, isso explica a natureza de se preservar o CÓDIGO, e a contribuição para formação da Escola da Exegese.
Inicialmente a escola da Exegese era apenas a interpretação do texto legal, com a ineficiência deste processo interpretativo foi introduzido outras formas de interpretações sob dois primas:
PRISMA LITERAL – GRAMÁTICAL: o interprete teve ater-se ao valor expressional, já que o texto é a vontade escrita do legislador. Uma vez que a lei é de realidade morfológica e deve ser analisada do ponto de vista gramatical.
PRISMA LÓGICO – SISTEMÁTICO: dizia que cada artigo esta definido em um título, ou capítulo, então o interprete além de interpretar ao pé da letra do texto legal ter como base a posição do texto, utilizando-se desta maneira do prisma lógico – sistemático.
A doutrina ultralegalista proclamou que a lei deve ser a única fonte de direito, logo pode se afirmar que a conclusão é mero silogismo, onde a premissa maior é a lei, e a menor o enunciado do fato concreto. Reinava portanto um processo mecânico onde se supunha que para cada caso haveria uma lei, e esta livre de ambigüidade. Os mais extremados como Blondou defendia a idéia de que o juiz deveria abster-se da sentença caso não fosse possível alcançar a vontade do legislador.
Outros porém não chegaram a tal exagero, e admitiam a analogia.
*Pandectismo na Alemanha:
Os juristas germânicos desenvolveram uma poderosa técnica jurídica na segunda metade do século XIX, baseado no “Direito Romano Atual”. Só a partir de 1900 que esta nação passou a ter um próprio código. E nesta obra os juristas alemães remontaram os ensinamentos jurídicos dos pandectistas e o Direito Romano desenvolvido por Justiniano.
CRÍTICAS AO EXEGETISMO
Utilitarismo de Jeremy Benthan:
Segundo esta teoria deve-se interpretar as normas de acordo com seus efeitos reais na sociedade quando aplicadas. Seriam justas as normas com efeitos bons, e injustas aquelas que produzissem efeito ruins. De maneira geral o critério utilitarista de Benthan era da seguinte maneira: aquilo que produzisse prazer seria bom, e mau aquilo que produzisse dor. Defende ainda o seguinte lema “maior felicidade, para maior numero de pessoas”.
Teleologismo de Ihering:
Defendia a idéia de que as normas jurídicas deveriam ser interpretadas de acordo com os seus fins visados, dizia que interpretar a letra da lei era importante mais insuficiente. A finalidade de direito é a proteção dos interesses procurando conciliar os individuais com os coletivos.
Retirado do site: http://www.sonhointeligente.com/resumo-da-escola-da-exegese/
Veja também o vídeo:
A grande farsa do Aquecimento Global 1
http://www.youtube. com/watch? v=RDzuXPM1W3k
A grande farsa do Aquecimento Global 2
http://www.youtube. com/watch? v=L18k0Y5MMok
A grande farsa do Aquecimento Global 3
http://www.youtube. com/watch? v=r68nSt2fMPY
A grande farsa do Aquecimento Global 4
http://www.youtube. com/watch? v=KNtvuA- D_O8
A grande farsa do Aquecimento Global 5
http://www.youtube. com/watch? v=7QojxAG_ rd8
A grande farsa do Aquecimento Global 6
http://www.youtube. com/watch? v=0mZSKRDDBFE
A grande farsa do Aquecimento Global 7
http://www.youtube. com/watch? v=atYTQ3soxZo
A grande farsa do Aquecimento Global 8
http://www.youtube. com/watch? v=KI6_1ndsTFg
A grande farsa do Aquecimento Global 9
http://www.youtube. com/watch? v=OBd8_cgLYek
2010
Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terremoto do Haiti
SENTENÇA DE UM JUIZ SOBRE TRATAMENTO AOS MAGISTRADOS
2009
Aspectos Jurídicos do Assédio Moral
Juiz nega troca de nome a transexuais
Noite de núpcias frustrada gera obrigação de indenizar
Pérolas do Judiciário
PROVA NA AÇÃO TRABALHISTA DE DANO MORAL
Fumar agora está fora de moda
GRIPE SUÍNA
Meu filho mente
MP eleva cerco à terceirização em grande
Nova Lei Nacional de Adoção
PANDEMIA DE LUCRO
Questões relativas à nova lei de estágio
Seguro de vida deve indenizar ocorrência de lesão por esforço repetitivo
Sindicato de servidores da Justiça é condenado por assédio moral
Autor Desconhecido
“Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um … porém, se dois homens vêm andando por uma estrada cada um carregando uma idéia, e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada homem vai embora com duas…”. (Autor Desconhecido)
“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance, ria e viva intensamente antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. (Charlie Chaplin)”
“Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada.” – Albert Einstein
Aliás, segue uma seleção de frases do Eistein:
“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é conseqüência.”
“Minhas idéias levaram as pessoas a reexaminar a física de Newton. Naturalmente alguém um dia irá reexaminar minhas próprias idéias. Se isto não acontecer haverá uma falha grosseira em algum lugar.”
“Não existe nenhum caminho lógico para a descoberta das leis elementares do universo – o único caminho é o da intuição.”
- Fonte: O Pensamento Vivo de Einstein
“Fórmula para o sucesso: a = x + y + z , onde x é trabalho, y é lazer e z é boca fechada.”
“Dentre todas as comunidades (…), a única que eu gostaria de pertencer e me dedicar é a dos verdadeiros pesquisadores, que só conta com alguns raros membros vivos.”
- Carta de Einstein a Hedwing Born, esposa de Max Born.
“Se não fosse físico, acho que seria músico. Eu penso em termos de músicas. Vejo minha vida em termos de música.”
“Devemos muito aos indianos, que nos ensinaram a contar, técnica sem a qual nenhuma descoberta científica relevante poderia ter sido feita.”
- Citado em “Science and scientists in India: Vedic to modern?” – Página 21, de Nem Kumar Jain – Publicado por Indian Book Gallery, 1982
“A leitura de obras de divulgação científica gerou em mim a convicção de que várias passagens da Bíblia não podiam ser verdadeiras. Desenvolvi assim um fanático livre-pensamento, associado ao sentimento de que o Estado emitia deliberadamente aos jovens; foi uma revelação para minha vida. Extraí dessa experiência uma desconfiança em relação a toda forma de autoridade, um ceticismo a respeito das convicções que prevaleciam na sociedade da época, posição que jamais abandonei, ainda que depois ela tenha perdido sua acuidade, graças a um melhor discernimento das relações causais.”
“Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado”
“A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.”
“Aprendizado é ação. Do contrário, é só informação.”
“O fato mais grave, me parece, é uma escola recorrer essencialmente ao medo, ao constrangimento e a uma autoridade artificial. Esse tratamento destrói nos estudantes o gosto pela vida, a sinceridade e a confiança em si mesmos. E gera pessoas servis.”
“Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos”
“Educação é aquilo que fica depois que se esquece tudo que se aprendeu na escola.”
“O princípio criativo reside na matemática.”
“Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana.”
“O problema do homem não está na bomba atômica, mas no seu coração.”
“A Natureza é exatamente simples, se conseguirmos encará-la de modo apropriado… Essa crença tem-me auxiliado, durante toda minha vida, a não perder as esperanças, quando surgem dificuldades de investigação.”
“A vida de um indivíduo só faz sentido se ajuda a tornar a vida das demais criaturas mais nobres e mais bela.”
“No campo daqueles que procuram a verdade, não existe nenhuma autoridade humana. Todo aquele que se fizer de magistrado encontrará imediatamente a risada dos deuses.”
“Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre.”
“Existem apenas duas coisas infinitas – o Universo e a estupidez humana. E não tenho tanta certeza quanto ao Universo.”
“O tempo e o espaço são modos pelos quais pensamos e não condições nas quais vivemos.”
“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.”
“Os ideais que iluminaram meu caminho e sempre me deram coragem para enfrentar a vida com alegria foram: a verdade, a bondade e a beleza.”
Seguro de vida deve indenizar ocorrência de lesão por esforço repetitivo
A troca de insultos e ameaças entre parlamentares leva o senado a seu pior nível na história
Gênero Documentário, Experimental
Diretor Jorge Furtado
Elenco Ciça Reckziegel
Ano 1989
Duração 13 min
Cor Colorido
Bitola 35mm
País Brasil
Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.
Ficha Técnica
Produção Mônica Schmiedt, Giba Assis Brasil, Nôra Gulart Fotografia Roberto Henkin, Sérgio Amon Roteiro Jorge Furtado Edição Giba Assis Brasil Direção de Arte Fiapo Barth Trilha original Geraldo Flach Narração Paulo José
Prêmios
Urso de Prata no Festival de Berlim 1990
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand 1991
Melhor Curta no Festival de Gramado 1989
Melhor Edição no Festival de Gramado 1989
Melhor Roteiro no Festival de Gramado 1989
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado 1989
Prêmio do Público na Competição “No Budget” no Festival de Hamburgo 1991
Gênero Documentário
Diretor Marco Fialho
Elenco Sérgio Ricardo
Ano 2003
Duração 20 min
Cor Colorido
Bitola Vídeo
País Brasil
O compositor Sérgio Ricardo expõe sua visão acerca da história do Brasil de JK aos nossos dias, salientando, sobretudo, os descaminhos da cultura brasileira a partir do golpe militar de 64. Coragem e ousadia marcam o emocionante depoimento.
Ficha Técnica
Produção Patricia Servulo Fotografia Mônica Haar Roteiro Marco Fialho Som Direto Marcos Manna Direção de Arte Mônica Haar, Carlo Kasumi Montagem Bruno Assumpção Música Sérgio Ricardo Escola Produtora Universidade Estácio de Sá
Prêmios
Prêmio do Júri Popular no CineSul 2004
Melhor vídeo no MOSTRA UNIVERSITÁRIA DE VÍDEO 2005
Festivais
CINEPORT – Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa 2005
ReCine – Mostra de Cinema de Arquivo 2004
Gênero Documentário
Diretor Luanda Lopes
Ano 2004
Duração 18 min
Cor Colorido
Bitola Vídeo
País Brasil
O problema da superlotação nas penitenciárias do Rio de Janeiro, através de depoimentos de um ex-presidiário, dois ex-diretores do DESIPE, um agente penitenciário, um jornalista policial e mulheres de presos.
Ficha Técnica
Produção Luanda Lopes, Eduardo Lopes Fotografia Luanda Lopes Roteiro Luanda Lopes, Eduardo Lopes Som Direto Thaty Soares Câmera Alexandre Bragança Assistente de Direção Eduardo Lopes Assistente de Produção Lívia Victor Still Eduardo Lopes Assistente de Fotografia Anderson Sérgio Desenho Sonoro Cristiane Carlos
Prêmios
Melhor Documentário no Festival de Curtas da Estácio 2004
Menção Honrosa no Festival de Gramado 2004
Menção Honrosa no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2004
Festivais
Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema 2004
CineSul 2004
Festival Santa Maria Vídeo e Cinema 2004
Panorama Latino Americano de Cinema Universitário 2004
Gênero Documentário
Diretor Caco Souza
Ano 2004
Duração 18 min
Cor Colorido
Bitola 35mm
País Brasil
Senhora Liberdade, baseia-se na história de William da Silva Lima, um dos idealizadores do movimento denominado Comando Vermelho, gerado no Presídio de Ilha Grande no final dos anos 70, memória viva dos primórdios do atual violento Comando Vermelho, William é o único sobrevivente deste período e, após 36 anos de reclusão, está prestes a ser liberado em condicional. Seu testemunho é de fundamental importância para uma compreensão do contexto atual de violência urbana.
Ficha Técnica
Roteiro Caco Souza Som Direto Juliano Ambrosini Direção de produção Décio Rodrigues Assistente de Direção Geórgia Sagardia Assistente de Câmera Faísca Produção Executiva Décio Rodrigues e Tânia Moreira Pesquisa Ana Carolina Maciel Direção de Fotografia Caco Souza Montagem Juliano Ambrosini Eletricista Alcino da Silva Trilha Sonora Dino Vicente Pesquisa Histórica Ana Carolina Maciel
Prêmios
Finalista no Grande Prêmio TAM do Cinema Brasileiro 2005
Melhor Documentário no Vitória Cine Vídeo 2004
Festivais
Curta Cinema 2004
Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2004
Mostra do Audiovisual Paulista 2004
Mostra Gaúcha do Festival de Gramado 2004
Angracine 2004
Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte 2004
Festival Internacional de Cine Pobre 2004
Jornada de Cinema da Bahia 2004
Gênero Documentário
Diretor Fernando Kinas, Marina Willer
Ano 2003
Duração 28 min
Cor Cor e P&B
Bitola 35mm
País Brasil
Cartas da mãe é uma crônica sobre o Brasil dos últimos 30 anos contada através das cartas que o cartunista Henfil (1944/1988) escreveu para sua mãe, Dona Maria. Estas cartas, publicadas em livros e jornais, são lidas pelo ator e diretor Antônio Abujamra enquanto desfilam imagens do Brasil contemporâneo. Política, cultura, amigos e amor são alguns dos temas que elas evocam, criando um diálogo entre o passado recente do Brasil e nossa situação atual. Artistas, políticos e amigos de Henfil, entre eles o atual Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o escritor Luis Fernando Veríssimo, os cartunistas Angeli e Laerte e o jornalista Zuenir Ventura, falam sobre a trajetória do cartunista dos anos da ditadura militar até sua morte. Animações inéditas de seus cartuns complementam o documentário.
Ficha Técnica
Co-produção Gabriela Hahn Roteiro Fernando Kinas, Marina Willer Edição Fernando Kinas, Marina Willer, Luis Mattos Som Direto Chico Borôro, Renato Callaça Direção de Arte Marina Willer Animação Laurent Cardon Trilha original André Abujamra Edição de som Armando Torres Júnior, Alexandre Sobral Narração Antônio Abujamra Direção de produção Paula Madureira Produção Executiva Carla Schertel Direção de Fotografia Heloisa Passos Categoria Retratos Depoimentos Luis Fernando Veríssimo, Angeli, Frei Betto, Gilse Cosenza, Iza Guerra, Laerte, Luiz Inácio Lula da Silva, Zuenir Ventura, Ivan Cosenza de Souza Realização Fernando Kinas, Marina Willer, Trattoria di Frame Produtora Associada Maquina Produções
Prêmios
Prêmio aquisição Canal Brasil no Festival de Brasília 2003
Melhor Curta – Júri Popular no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2003
Prêmio Especial do Júri no Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira 2003
Festivais
Festival do Rio BR 2003
Goiânia Mostra Curtas 2003
Brasil Documenta 2003
Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte 2003
International Short Film Festival Évora 2003
Mostra BR de Cinema de São Paulo 2003
A 2ª Câmara Cível negou pedido da Companhia energética do RN (COSERN) que buscava manter o corte de energia elétrica de uma empresa consumidora, como forma de coação para pagamento de débitos. Para os desembargadores, existem outros mecanismos para cobrar a dívida, sem suspender o fornecimento.
A COSERN alegou que o lacre do medidor foi violado, sendo constatado através de perícia do INMETRO, o que teria causando prejuízos. De acordo com a companhia, a Resolução 456/00 da ANEEL, permite a suspensão do fornecimento de energia quando a concessionária verificar qualquer procedimento irregular por parte do consumidor.
O desembargador Aderson Silvino, relator do recurso, disse que existem meios legais para cobrança da dívida, momento em que serão discutidos os valores de consumo e eventuais multas por infrações, não devendo a concessionária suspender um serviço essencial como forma de coação: “Embora exista débito, a cobrança dele não pode ser um mecanismo usual de coagir a empresa a pagá-lo sob a ameaça de corte no fornecimento”.
O Superior Tribunal de Justiça mantém o mesmo entendimento: “Esta Corte firmou o entendimento de que é indevido o corte de energia elétrica em razão da existência de débitos antigos, que devem ser cobrados pelas vias ordinárias de cobrança”. (REsp 954.483/RS, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 09/12/2008, DJe 27/02/2009)
Os Vídeos Ilustrativos mostram um pouco da história e utilidades da Internet e sobre como se proteger dos ataques e programas maliciosos.
No caso, Costa afirmou que, ao passar mal na frente de um dos templos onde a Universal realiza seus cultos, foi submetido a uma sessão de exorcismo. Disse, ainda, que os “obreiros” da Igreja o teriam levado para o altar, onde acabou desmaiando e teve várias convulsões.
O aposentado declarou, ainda, que após a sessão de exorcismo, foi conduzido ao banheiro e agredido a socos e pontapés. Além disso, os pastores teriam subtraído de seu bolso a quantia que havia retirado do caixa eletrônico antes de passar mal.
Em primeiro grau, o pedido de indenização foi negado. Ao julgar a apelação, o Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Universal ao pagamento de 50 salários mínimos vigentes ao tempo do pagamento. “Não se pode negar que a agressão sofrida pelo apelante e perpetrada pelos obreiros da apelada, com a finalidade de praticarem com ele algum tipo de exorcismo, implica dor e humilhação, passíveis de reparação na esfera civil como dano moral, previsto no próprio texto constitucional”, decidiu.
No STJ, a defesa pretendia o seguimento do recurso especial interposto por ela para afastar a condenação em danos morais.
Ao decidir, o ministro Salomão afirmou que é vedado, ao Tribunal, rever os fundamentos que levaram o TJSP a entender ter sido comprovado o dano moral que deu causa à indenização (Súmula 7/STJ).
Coordenadoria de Editoria e Imprensa
Band terá que indenizar Xuxa em R$ 4,1 milhões
O processo teve início com a veiculação das imagens no programa “Atualíssima”, no período da tarde, no dia 3 de março de 2008. Ao prestar depoimento na 48ª Vara Cível do Rio de Janeiro, a apresentadora mostrou-se triste e indignada. “Fiz as fotos aos 18 anos, no início da carreira. Só fui me tornar apresentadora aos 20 anos. Se pudesse voltar atrás, eu não faria novamente, por dinheiro nenhum”, afirmou. “De qualquer forma, eu fiz um trabalho para uma revista de adultos na época, não para ser exposto na televisão agora”, acrescentou Xuxa.
A apresentadora observou, ainda, que trabalha com sua imagem, para um público formado por crianças de zero a oito anos, “O programa foi exibido no horário da tarde, horário em que crianças assistem televisão. Fiquei imaginando isso na cabecinha delas e das mães que compram meus CDs e DVDs”, afirmou. A apresentadora disse que não havia necessidade de passar por essa situação 26 anos depois.
Ao se defender, a emissora afirmou que a idéia do programa era mostrar revistas antigas e raras que têm um alto valor de mercado, incluindo-se aí a da Xuxa. Segundo as testemunhas, a veiculação das fotos de Xuxa não aumentou a audiência nem o faturamento do programa.
Após examinar o pedido, o juiz considerou procedente a ação de indenização por danos morais e materiais da apresentadora, determinando o pagamento. Para o magistrado, o fato de a apresentadora ter feito as fotos espontaneamente não pode deixá-la refém da exposição pública por toda a vida. A emissora apelou, mas o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a sentença.
Posteriormente, foi negado pedido para que caso fosse enviado ao STJ a fim de que examinasse o recurso especial da empresa no qual insiste na incompetência da comarca do Rio de Janeiro. “Considerando que a ré é transmissora de programa de televisão em sede nacional e o suposto dano foi exibido em vários lugares, caberá à parte autora a escolha do local que pretende ajuizar ação”, afirmou o TJRJ.
Insatisfeita, a Band interpôs agravo de instrumento (tipo de recurso), insistindo para que suas alegações fossem examinadas em recurso especial. O ministro Sidnei Beneti, relator do agravo, afirmou que o pedido não merece ser acolhido. “O agravo de instrumento não impugnou a decisão agravada em toda a sua extensão”, observou.
Ainda segundo o ministro, é necessária ao conhecimento do recurso a demonstração de que a decisão foi incorreta, refutando-se todos os argumentos da outra parte. “Logo, sendo o fundamento suficiente para manter a conclusão da decisão, fica inviabilizado o recurso”, concluiu Sidnei Beneti.
Coordenadoria de Editoria e Imprensa
Retirado do site:
http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=93236
http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=93805
Os vídeos abaixo, que integram o Programa de Educação a Distância do ILB, foram elaborados para auxiliar os cidadãos a conhecer mais detalhes sobre Direito Eleitoral.
Para exibir o vídeo, clique no programa desejado. Para fazer o download do arquivo para o seu computador, clique com o botão direito do mouse no programa desejado, e escolha a opção “salvar destino”.
É necessário ter o programa Windows Media Player instalado em seu computador.
Abertura
Novas regras
Gastos eleitorais
Propaganda eleitoral
O voto no Brasil
História eleitoral do Brasil
Direitos Políticos e lei das inelegibilidades
Os partitos políticos no Brasil
Os partidos e a reforma política
As eleições no Brasil
http://www.youtube.com/watch?v=43nlVqc1pZ8&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=fTXcNj1rxro&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=JRDHv-ovdbU&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=nWqGlnq425Y&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=1FQbct74sp0&feature=player_embedded
TST reconhece vínculo entre empresa e terceirizada
A New Stetic Dental teve seu recurso negado pela 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A empresa carioca pedia que não fosse reconhecido o vínculo de emprego de uma empregada terceirizada, contratada temporariamente para fazer a divulgação pessoal de produtos odontológicos no Paraná.
De acordo com o relator do processo, ministro Alberto Bresciani de Fontan Pereira, a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-PR), informando que o contrato de trabalho temporário em questão “ultrapassou o prazo legal”, está de acordo com o item I da Súmula 331 do TST. O dispositivo estabelece que “a contratação de trabalhadores por empresa somente para colocá-los à disposição de outra empresa (tomador de serviços) é ilegal e forma vínculo diretamente com o tomador dos serviços, salvo no caso de trabalho temporário Lei 6.019/74”.
A decisão manteve o reconhecimento do vínculo empregatício entre as partes, determinado nas instâncias anteriores, por conta da ação ajuizada pela empregada na 4ª Vara do Trabalho de Curitiba. A propagandista foi despedida sem justa causa em dezembro de 2003, após mais de três anos de trabalho. Atuando para a New Stetic, por meio da Meet Recursos Humanos, também com sede no Rio de Janeiro, a funcionária tinha a função de distribuir panfletos e divulgar os produtos daquela empresa no Paraná.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Tribunal Superior do Trabalho.
RR 9580/2005-004-09-00.0 em TRT-9 (RR=Recurso de Revista)
Retirado do site:
http://acordocoletivo.wordpress.com/2009/08/19/tst-reconhece-vinculo-entre-empresa-e-terceirizada/